Scania vende 50 caminhões a gás no Brasil em 1 ano

Scania/Divulgação
A Scania estabeleceu neste mês uma marca histórica na comercialização de caminhões movidos a combustíveis alternativos no Brasil. Em um ano, a marca foi responsável pela venda 50 caminhões movidos a GNV e/ou biometano em todo o país.

A comercialização dos modelos teve início logo no primeiro dia da 22ª edição do Salão Internacional de Transporte Rodoviário de Cargas (Fenatran) – realizada de 14 a 18 de outubro de 2019, em São Paulo. “Desde então, a Scania já vendeu 50 modelos. Um marco histórico para o mercado brasileiro, que necessita mudar sua matriz energética para combustíveis mais sustentáveis. Globalmente, a redução das emissões de CO2 é um compromisso sério da Scania. Sabemos que somos parte do problema e queremos ser parte da solução”, explica Silvio Munhoz, diretor de Vendas de Soluções da Scania no Brasil. “Nossa jornada é ajudar o cliente nesta transição de gestão e de quebra de paradigmas. A sociedade cobra cada vez mais um planeta sustentável.” 

“A pandemia da Covid-19 acelerou a busca por sustentabilidade em diversos ramos da economia em todo o mundo, inclusive no Brasil. Esse cenário também impactou o setor de transporte, pois o modal rodoviário responde por grande parte da cadeia de valor das empresas que estão na dianteira da chamada recuperação verde, e nós da Scania saímos na frente ao oferecer soluções de transporte sustentáveis que apoiam estas organizações a cumprir os compromissos com a redução de emissões de gases poluentes”, afirma Roberto Barral, vice-presidente das Operações Comerciais da Scania no Brasil. 

Os 50 primeiros caminhões Scania movidos a gás foram adquiridos por transportadoras que atendem a embarcadores de diferentes indústrias, desde cosméticos a alimentos, como L'Oréal, PepsiCo, Unilever e Carrefour. “Os embarcadores que demandam essa alternativa ao diesel têm compromissos públicos com a sustentabilidade e o transportador sai na frente ao oferecer soluções que correspondam a esta expectativa. É aí que entra a parceria com a Scania. Nós estamos liderando esta transformação e apoiamos os clientes com soluções rentáveis que contribuem com a sustentabilidade nos âmbitos econômico, ambiental e social”, diz Barral. 

A dependência 100% ao diesel é impossível para melhorar o planeta. A Scania não acredita numa matriz de combustível única. A fabricante dispõe de uma série de opções ao fóssil. A eletrificação é o futuro, sem dúvida, mas existem etapas até esta realidade. “No Brasil, o caminho viável, o ‘Aqui e Agora’, devido ao seu potencial de redução de consumo e de emissão de CO2, até a chegada da eletrificação é a linha movida a gás natural e/ou biometano. Outros dois integrantes desse conjunto são a Nova Geração de caminhões Scania (que reduz em até 15% o consumo de combustível) e a conectividade, que por meio dos Serviços Conectados traz a mais completa gestão inteligente dos dados da operação do cliente”, completa Barral. 


Venda mais recente
A negociação mais recente e expressiva de caminhões movidos a GNV e/ou biometano no Brasil, aconteceu entre a montadora sueca e a Transmaroni, gigante brasileira no transporte de cargas gerais e com temperatura controlada. A empresa anunciou um investimento em 11 caminhões Scania R 410 6x2 a gás.


Sobre os caminhões
Desenvolvidos para operações de médias e longas distâncias, os inéditos caminhões pesados Scania movidos a gás contam com motores de 12,7 litros, 6 cilindros, 410 cavalos de potência e Ciclo Otto (o mesmo conceito dos automóveis), construídos para ser 100% a gás e biometano, ou usando uma mistura de ambos.

Por não se tratarem de versões a diesel convertidas, os novos modelos Scania contam com garantia de fábrica e tecnologia confiável que garante um desempenho consistente e força semelhante ao caminhão a diesel. Além disso, os modelos são 20% mais silenciosos e garantem uma redução de até 15% nas emissões de CO2 quando abastecidos com GNV e de até 90% com biometano. Já a autonomia de cada caminhão é de até 550 quilômetros.


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Com informações:
Scania

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