VÍDEO: Scania testa nova geração de caminhões no Brasil

A uma grande expectativa em torno da nova geração de caminhões que a Scania apresentará no dia 23 de agosto, um dos motivos para tanta expectativa e ansiedade são as constantes mulas de testes flagradas em diferentes países, inclusive aqui no Brasil. 
Ontem (21) recebemos mais um flagrante dos modelos sendo testados aqui no Brasil. O flagra foi registrado pelo leitor Ivan Oliveira, no dia 21/06 na casa Scania Itaipu, localizada na cidade de Montes Claros - MG. 
No vídeo é possível conferir dois modelos, um 6x4 atrelado a um bitrem 9 eixos e um 4x2 atrelado a uma graneleira LS, ambos cabine Highline. Confira:
Testes e flagrantes como esse aqui no Brasil indicam que em breve a nova geração também será apresentada e comercializada no Brasil, acompanhando assim o mercado europeu. 
Até o momento não grandes detalhes do que estar por vir, a única informação confirmada até o momento é data de lançamento e como será o novo volante, conforme mostramos aqui anteriormente. A rumores também de que a Scania possa retomar o título de caminhão mais potente do mundo, com a chegada de um Scania R780. No fim do ano passado um gráfico de torque/potência vazou na internet e muitos apontam como sendo da própria Scania. 
O fato é que somente no dia 23 de agosto todas essas informações serão confirmadas ou desmentidas e todas as novidades serão conhecidas. 

TEXTO: Lucas Duarte

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4 comentários:

  1. Se a Scania lançar esse modelo no Brasil quero ver a Mercedes continuar com aquela desculpa de que os Actros mp4 sao caros demais , afinal o novo Volvo ja esta ai e Iveco Hy Way tambem .

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    1. Nobre, o Iveco Hi-Way mantém o design aqui embora as mecânicas/ajustes sejam diferentes, pois somos Euro 5 e lá já é o Euro 6. Nos veículos pesados e leves a Iveco já fez reformulação visual.

      A Volvo, felizmente, também trouxe o design da nova cabina. A Scania, parece, nos ofertará a mudança a nível global, porque ela também pensa ou já começou a exportar os Scania feitos aqui porque o câmbio está permitindo.

      No caso da MB, ela fez vários ajustes ao gosto local, e optou em alterar pouco o design da cabine Euro 5, haja vista a Euro 6 ser bem mais detalhada e isso tem um impacto no custo de produção. Claro, ter um veículo com visual igual ao europeu é bom, mas antes disso o produto ter que ser eficiente.

      A MAN e a DAF trouxeram as cabines Euro 5 quando na Europa já estavam disponíveis as Euro 6. Ambas, mais a segunda, estão procurando ganhar terreno no segmento extra-pesado e, pelo visto, quanto menos impactar o custo de produção para garantir preços competitivos, melhor. A DAF, por sinal, lançou o CF85 ano passado e mais uma vez com cabine Euro 5.

      É bom lembrar que estamos em período de baixas vendas no setor, embora a DAF esteja crescendo porque há espaço e o produto é confiável. Assim, certas atualizações ficarão para depois, retomada do crescimento, ou a legislação forçar (eficiência energética).

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  2. Enquanto lá no exterior começa a surgir o caminhão movido a motores elétricos (procurem por Nikola Motors no google), aqui em terras tupiniquins insistem nesse diesel podre, caro e que só serve para queimar 1 litro a cada 2 km rodados e ainda gastando Arla. Por aqui deveriam incentivar essas novas tecnologias, pelo menos a dos caminhões movidos a gás natural, que não precisam de Arla também.

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    1. Você disse bem, começa a surgir caminhões movidos a eletricidade, mas o peso são para motores a diesel e iguais aos daqui, usam o Arla. Caso não saiba, o nosso diesel já é padrão igual ao europeu, então não tem nada de podre. A questão é que os motores ainda são Euro 5, e na Europa já usam os Euro 6 mais eficientes. Teremos essa tecnologia em breve, pois há legislação determinando prazos para aumentar a eficiência energética e a redução de poluentes.

      Caminhões a gás natural há como há a etanol/diesel. Pesquise no Google. Todavia, da mesma forma que se vê na Europa, são ofertas customizadas para certas empresas ou quem quer tirar algum proveito tributário, se houver viabilidade.

      Acho que antes de pensar em caminhões movidos por outras fontes de energia, deveriam pensar é em melhorar as condições viárias do país que é muito dependente do transporte rodoviário. Não adianta você ter um veículo mais eficiente se não há condições de manter velocidade média que tire proveito dessa eficiência, nem submeta a problemas mecânicos. Pensar que alguns fabricantes aqui ofertam feixes de molas por ser mais resistente as péssimas condições das vias, enquanto o mesmo produto na Europa usa suspensão a ar que traz menos danos ao pavimento, conforto na condução, é brincadeira.

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