Exame toxicológico para motoristas profissionais será obrigatório a partir de abril

30 de janeiro de 2015 Category : , , 0

A partir do dia 30 de abril, motoristas que irão adicionar ou renovar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) para as categorias C, D ou E terão que se submeter a exame toxicológico. O prazo foi novamente adiado por meio da resolução 517/2015 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) publicada nesta sexta-feira (30), no DOU (Diário Oficial da União). 
Antes da nova decisão, o prazo limite era 1º de março de 2015. De acordo com a resolução, o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) deverá credenciar os laboratórios que estejam aptos para realizar as análises laboratoriais toxicológicas. 
O exame tem o objetivo de identificar o uso de substâncias psicoativas no organismo do motorista e oferecer mais segurança no trânsito em relação ao transporte de cargas e vidas. O custo varia de R$ 270 a R$ 290. 

Aumento de impostos ampliará obstáculos ao desenvolvimento do setor transportador

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O informativo “Economia em Foco” divulgado pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) nesta quinta-feira (29) destaca os impactos provocados no setor pelo aumento da carga tributária sobre combustíveis. A elevação valerá a partir de 1º de fevereiro e será repassada aos consumidores. A medida foi adotada pelo governo federal como uma das alternativas para aumentar a arrecadação e garantir que a meta de superávit primário seja atingida em 2015.  
O litro do diesel ficará, pelo menos, R$ 0,15 mais caro. Isso, de acordo com a CNT, representará aumento de 5,43% no preço do diesel S-10 e de 5,75% no diesel comum, ambos utilizados para a realização dos serviços de transporte de cargas e passageiros. Já a gasolina terá alta de R$ 0,22 por litro.
A elevação nesses patamares será possível por meio do aumento da alíquota do PIS/Cofins (Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), já a partir de fevereiro. Depois, em maio, haverá redução do percentual do PIS/Cofins e será retomada a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), mantendo a taxa de aumento no preço dos combustíveis.   

Novo Finame PSI aguça criatividade das montadoras

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Após o anúncio das novas condições do Finame PSI, que entre outras alterações deixou de financiar 100% dos bens, as fabricantes de caminhões buscam alternativas no sistema financeiro para começar o ano de fato, uma vez que o BNDES liberou as operações pela linha de financiamento no último 23 de janeiro, já considerado um mês perdido pelas montadoras. A maior parte delas opta por oferecer condições competitivas para financiar parte do valor do veículo que não poderá ser mais subsidiado integralmente pelo PSI.
Caso da Iveco, que por meio do Banco CNH Industrial lança uma linha de crédito como complemento à parcela não coberta pelo Finame PSI, com 10% de entrada do valor total e prazo de 72 meses (seis anos) para quitar o parcelamento do restante. 
“A opção adicional de crédito que utilizamos é tecnicamente o capital de giro (linha paralela do BNDES), na qual ofertamos com o mesmo nível de taxa de juro do Finame PSI e mesmo prazo. Além disso, oferecemos ainda a opção de financiar esse complemento em 12 meses sem juros”, diz Jucivaldo Feitosa, diretor comercial, de marketing e seguros do Banco CNH Industrial, braço financeiro do Grupo CNH, que detém a marca Iveco.

MAN Latin America estende novo pacote de financiamento à linha TGX

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A MAN Latin America acaba de estender as condições do seu novo pacote de financiamento à linha de caminhões MAN TGX. Em parceria com o Banco Volkswagen, os clientes da linha de extrapesados da montadora poderão adquirir veículos 100% financiados com 0% de entrada, prazo de pagamento de até 60 meses, parcelas fixas até o final do financiamento e taxa de apenas 0,93% ao mês. 
Segundo Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da empresa, a opção chega como um complemento ao Finame PSI para garantir as melhores condições de compra a todos os clientes da MAN Latin America. “Com a entrada dos TGX no novo pacote de financiamento, todos os segmentos nos quais atuamos estão cobertos. Nossa expectativa é de que as novas condições impactem positivamente nas vendas desse início de ano”, diz.

Justiça exclui espera para carga e descarga de jornada de motoristas

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Pelo menos três decisões judiciais indicam que o tempo de espera para carga e descarga não integra a jornada de trabalho de motoristas rodoviários. Para as empresas de transporte, isso significa menos horas extras a pagar.
A questão é importante às transportadoras porque a hora extra, além de ser paga com adicional de 50%, é um tipo de remuneração, sob a qual incidem encargos, diz o advogado Vinícius Campoi, sócio do Campoi, Tani e Guimarães Pereira Advogados.
Agora, com as decisões, as empresas passam a pagar horas relativas a tempo de espera, cujo adicional é de 30%. Além disso, essas horas não têm caráter de remuneração, mas de indenização. Com isso, ficam isentas de encargos.