Volvo divulga queda inesperada em vendas de caminhões

21 de agosto de 2014 Category : , , 0

A Volvo, segunda maior fabricante de caminhões do mundo, divulgou uma queda inesperada nas vendas de caminhões em julho, atingida pela desaceleração de economias na Europa, na América do Sul e na Ásia.
As vendas de caminhões Volvo, Mack, UD Trucks e Renault caíram 9 por cento na comparação anual, ante uma previsão média em uma pesquisa da Reuters com analistas de crescimento de 4 por cento.
A Volvo disse que, na Europa, a base de comparação foi afetada por fortes números do ano passado devido à criação de novos padrões de emissão, enquanto a lentidão de economias de países como a França também teve um impacto.
A Volvo disse que as vendas em seu principal mercado, a Europa, recuaram 17 por cento, enquanto as vendas na América do Sul caíram 36 por cento, afetadas principalmente pelo Brasil.
Consumidores brasileiros assumiram uma posição cautelosa antes da eleição presidencial deste ano, enquanto a Volvo também interrompeu a produção no país durante a Copa do Mundo.
As vendas na Ásia caíram 15 por cento, mas cresceram 21 por cento na América do Norte.

Mais crédito não ajuda implementos este ano

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A decisão do BNDES de ampliar a parcela financiável de implementos rodoviários e demais bens de capital descritos no programa PSI/Finame é positiva, mas não muda a previsão de queda de mercado de implementos rodoviários em 2014, na avaliação da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir). A entidade espera, porém, que essa e outras medidas possam ajudar no desempenho do mercado em 2015.
"Trata-se de uma medida que poderá trazer reflexos positivos às vendas, mas sem capacidade para reverter a expectativa de balanço negativo em 2014", afirmou o presidente da entidade, Alcides Braga, por meio de nota. A Anfir prevê retração de 10% nas vendas deste ano em relação a 2013.
O BNDES publicou nesta semana a Circular nº 35, que amplia a parcela financiável para 100%, independente da Receita Operacional Bruta (ROB) da empresa. Anteriormente, o porcentual era de 80% para empresas com ROB acima de R$ 90 milhões ao ano e 90% para companhias com ROB igual ou inferior a esse valor. Os juros anuais de 6% foram mantidos.
São financiáveis itens como ônibus, chassis e carrocerias para ônibus, caminhões, caminhões-tratores, carretas, cavalos-mecânicos, reboques, semirreboques, chassis e carrocerias para caminhões, bens de informática e automação, máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética, entre outros.

Aprenda a utilizar o freio-motor

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Um papo entre estradeiros que se encontram no trecho muitas vezes fica em um tema só: caminhão. É a hora em que trocam experiências e dicas sobre suas práticas na atividade. O problema é que sempre tem alguém pronto para difundir uma ação errada, uma atitude que é hábito antigo entre os motoristas e tida como certa. Um exemplo disso é o uso do freio-motor na hora de descer uma estrada. Há quem rejeite fazer isso, achando que assim o bruto está gastando combustível, desgastando peças ou forçando o motor. Pelo contrário: existem muitos benefícios ao utilizar o recurso na hora de guiar.
O freio-motor deve ser utilizado para reduzir ou manter a velocidade quando o veículo estiver descendo uma serra. Para um uso eficiente, fique de olho no contagiros no painel: a faixa em azul é a melhor para a frenagem. Quanto maior a rotação do motor, melhor seu bruto vai segurar na descida. Utilize o pedal do freio para manter o giro dentro dos limites.
Como durante a descida você não acelera o caminhão, não há consumo de combustível, sendo mais seguro para você. Tampouco é prejudicial para o motor. Pelo contrário: você preserva as lonas de freio e tambores, pois estas são menos utilizadas, aumentando a vida útil do freio do seu bruto!
Cuidado com o que você anda ouvindo por aí. Para o seu bem, e para o bem do seu caminhão, use o freio motor na hora de descer a serra!

Ford traz de volta os caminhões da Série F

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Diante de pedidos dos clientes, a Ford traz de volta ao mercado brasileiro a família de caminhões Série F, feita na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Lançada em 1975 no Brasil, a linha teve a produção interrompida no fim de 2011, após a adoção da nova legislação de emissões do Proconve P7, que obrigou a utilização de motorização Euro 5. As vendas do modelo ainda continuaram em 2012 até meados deste ano, quando terminaram os estoques. Segundo a marca, o retorno dos Série F é resposta à forte demanda dos clientes, já que não há concorrentes que atendem ao mesmo segmento no País. “Sinal claro da falta que o modelo fez foi a valorização dos veículos usados na revenda. O preço disparou”, conta Guy Rodriguez, diretor de operações da Ford Caminhões. 
Agora serão oferecidas três versões do caminhão: F-350, F-4000 4x2 e F-4000 4x4, com preços que vão de R$ 101.290 a R$ 133.290. Com mais de 170 mil unidades da Série F vendidas no Brasil, Rodriguez explica que a companhia reconhece a importância modelo, mas a produção teve de ser descontinuada por questão de prioridades para aquele momento. “Quando paramos de fabricar o segmento de semileves até diminuiu. A interrupção foi uma decisão estratégica com base na limitação de recursos”, explica Rodriguez. Segundo ele, na época a montadora precisou investir no lançamento da linha Cargo com tecnologia de emissões Euro 5, com a renovação dos modelos. “Assim que paramos de fabricar a Série F já começamos o projeto para trazê-la de volta.” 

Eldorado do Sul sedia quarta etapa regional do Melhor Motorista de Caminhão do Brasil

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A competição Melhor Motorista de Caminhão do Brasil (MMCB), organizado pela Scania, inicia neste fim de semana, 23 e 24 de agosto, a busca por mais dois campeões regionais. A quarta etapa do MMCB será realizada em Eldorado do Sul (RS), na concessionária Suvesa, localizada na Avenida Getúlio Vargas 101, no Centro. Serão dois dias de provas teóricas e práticas, com início às 7h30, em que os 100 motoristas aprovados competirão entre si, divididos em dois grupos de 50 candidatos, um no sábado e outro no domingo. O campeão de cada dia está automaticamente classificado para a grande final nacional.
Os condutores serão avaliados em quesitos como direção defensiva, direção econômica, leis e regulamentação de trânsito, habilidades ao volante, manobra, itens de segurança e checagem do caminhão. Outra novidade na edição deste ano é a premiação para o motorista mais jovem, de até 35 anos, com melhor pontuação entre os concorrentes. O objetivo é reconhecer o desempenho de jovens condutores participantes do MMCB.  Serão premiados um no sábado e outro no domingo.
“A competição visa a avaliar as habilidades dos condutores brasileiros, contribuir com a segurança nas estradas, valorizar o profissional e promover uma condução que alie eficiência à redução de emissão de poluentes, contribuindo para uma cadeia de transporte mais sustentável”, afirma Rodrigo Machado, coordenador da etapa de Eldorado do Sul.