População decide pela continuidade da Arrancada de Caminhões

26 de novembro de 2014 Category : , 0

O centro de eventos que sediou a Audiência Pública para discussão sobre a realização da 25ª edição da Arrancada de Caminhões ficou lotado na noite desta terça-feira. Moradores da região, representantes de órgãos governamentais e de segurança, lideranças políticas e comunitárias e ainda representantes de entidades organizadas marcaram presença no evento organizado pela Prefeitura Municipal de Balneário Arroio do Silva. O encontro durou mais de duas horas e deliberou pela realização do evento que é único do gênero no mundo inteiro. Ao final da audiência, os participantes aprovaram a continuidade da Arrancada que foi marcada em sua última edição pelo triste episódio da morte do piloto Edson Beber.
Durante o encontro a organização mostrou um histórico do evento e apresentou as modificações que devem ser realizadas na pista nesta próxima edição. A principal modificação está relacionada a segurança e ao tamanho da pista que será encurtada para 201metros de extensão. A participação do público que assiste ao espetáculo ficará restrita e haverá aumento na altura nas grades que separam o público da prova.

Scania pede regras mais previsíveis no Brasil

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Como poucas vezes antes, a montadora sueca Scania teve que nos últimos anos colocar à prova sua capacidade de administrar a instabilidade dos negócios no Brasil. Em 2012, quando a indústria sentiu o choque da introdução obrigatória de motores menos poluentes - porém, mais caros -, a empresa foi obrigada a interromper por 20 dias a produção na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.
No ano seguinte, a recuperação do mercado permitiu à Scania celebrar o recorde de quase 20 mil caminhões vendidos no país. Mas a marca histórica não será renovada em 2014 porque os volumes voltaram a ter forte queda: de janeiro a outubro, a Scania emplacou 11,6 mil caminhões, 27,9% a menos do que em igual período de 2013. Se há dois anos a derrocada tinha razão setorial - no caso, a transição na tecnologia dos propulsores -, agora as vendas caem pela combinação de desaceleração econômica, retração da atividade industrial e dificuldades ligadas ao financiamento dos veículos.

Transportadores chegam ao final de 2014 mais pessimistas

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Os empresários do transporte vão encerrar 2014 com mais pessimismo sobre a economia. Se no início do ano eles já estavam cautelosos, agora estão ainda mais. É o que mostra o resultado da Sondagem Expectativas Econômicas do Transportador 2014 – Fase 2. O levantamento da CNT (Confederação Nacional do Transporte) indica que somente 25,8% dos empresários esperam aumento na receita bruta e 29,4%, aumento no número de viagens ainda em 2014. Em março, esses índices eram 43,2% e 39,3%. Também reduziu a perspectiva de aumento de contratações formais, de 33,3% para 18,2%.
Neste fim de ano, 72,8% não pretendem adquirir mais veículos, embarcações ou material rodante. Esse percentual elevado pode estar relacionado ao fato de que para 61,6%, a taxa de juros aumentará em 2014, o que significa elevação do custo do financiamento. Ao longo do primeiro semestre deste ano, 45,6% dos entrevistados afirmaram ter feito compras de veículos, mas apenas 26,5% declararam ter a intenção de ampliar a frota no segundo semestre.
De acordo com o presidente da CNT, Clésio Andrade, essa postura dos transportadores condiz com o menor ritmo de negócios em consequência da situação econômica atual. “Os empresários estão tendo a percepção do baixo crescimento econômico neste ano de 2014. E isso pode estar contribuindo para a redução de aquisição de veículos e de embarcações pelo setor”, afirma.

Rodovias predominam no transporte de cargas, diz pesquisa do IBGE

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A logística do transporte no território brasileiro apresenta predominância de rodovias, concentradas principalmente no Centro-Sul do país, em especial no estado de São Paulo, segundo o Mapa da Logística dos Transportes no Brasil, divulgado nesta terça-feira (25) pelo IBGE.
Em 2009, segundo a Confederação Nacional de Transportes (CNT), 61,1% de toda a carga transportada no Brasil usou o sistema modal rodoviário; 21,0% passaram por ferrovias, 14% pelas hidrovias e terminais portuários fluviais e marítimos e apenas 0,4% por via aérea.
De acordo com o levantamento, São Paulo é o único estado com uma infraestrutura de transportes na qual as cidades do interior estão conectadas à capital por uma vasta rede, incluindo rodovias duplicadas, ferrovias e a hidrovia do Tietê. Além disso, o estado ainda comporta o maior aeroporto (Guarulhos) e o porto com maior movimentação de carga (Santos) do país.
Há ainda a extensão de rodovias pavimentadas não duplicadas no noroeste do Paraná, Rio de Janeiro, no sul de Minas Gerais e Distrito Federal e entorno, bem como no litoral do Nordeste, entre o Rio Grande do Norte e Salvador, na Bahia, que evidencia a importância econômica dessas regiões, que demandam por maior acessibilidade e melhor infraestrutura de transporte.

Saiba como verificar se um ônibus ou caminhão está com o tacógrafo regular

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Pois é, o Inmetro disponibiliza um serviço fantástico que a maioria das pessoas desconhece e permite identificar se um ônibus ou caminhão estão em dia com o cronotacógrafo, mais popularmente conhecido como tacógrafo. O leigo não percebe mas o velocímetro da maioria dos veículos de carga e passageiros é na realidade um tacógrafo, onde embaixo do visor da velocidade existe um disco, chamado de disco diagrama, onde as informações são registradas.
O equipamento registra a velocidade praticada em todo o percurso, a distância percorrida e o tempo de direção. Por isso é chamada de “caixa preta’ do transporte rodoviário. As informações geradas pelo equipamento são fundamentais na apuração de um acidente e permite realizar um trabalho preventivo, tanto por parte das empresas, controlando seus motoristas como das autoridades. Os veículos de carga com peso bruto acima de 4.536 quilogramas e os veículos de passageiros com mais de 10 lugares são obrigados pelo Código de Trânsito Brasileiro a possuir cronotacógrafo.