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MINfra afirma que documento eletrônico será “maior legado” no transporte rodoviário de carga

ANTT/Divulgação

DT-e vai reunir todas as informações de identificação para fiscalização e diminuir os custos operacionais

Presente de maneira virtual no 20º Seminário do Transporte Rodoviário de Cargas, evento promovido pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, o secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, afirmou que a criação do Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) será um dos principais legados que o Governo Federal, em parceria com o poder Legislativo, deixará ao setor de transporte rodoviário de cargas.

“Talvez seja o maior legado que nós vamos deixar junto com o poder legislativo e poder executivo no que tange a simplificação do setor de transporte rodoviário de carga e redução de custos”, afirmou Sampaio. Segundo a pasta, o documento dará maior suporte à fiscalização e será o principal instrumento de monitoramento das operações de transportes.


Em tramitação na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 6093/19, que cria o DT-e, permitirá a eliminação dezenas de documentos em papel, concentrando as informações necessárias para transporte de cargas em um único aplicativo. Na visão do secretário-executivo, a ação vai simplificar e reduzir a burocracia na vida do caminhoneiro, minimizando assim o custo logístico.

A previsão é de que o DT-e substitua e reúna em uma única plataforma as informações que hoje estão espalhadas em 41 documentos diferentes, que são necessários para emissão em uma viagem de origem e destino. Como, por exemplo, dados tributários, logísticos, comerciais, financeiros, sanitários e demais obrigações relativas a operações de transporte nas esferas federal, estadual e municipal.

Fiscalização otimizada
Segundo a Diretora de Programa da Secretaria Executiva do MINfra, Mariana Pescatori, pesquisas da ANTT mostram que os caminhões chegam a ficar parados até seis horas para resolver questões burocráticas e para fiscalização. “A proposta do DT-e é trazer uma transparência e uma fiscalização muito mais eficiente”, disse Pescatori.


Com informações: MINfra

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