PRF realiza operação para combater ataques a caminhões e garantir fluxo livre no Porto de Santos

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Efetivo de 200 policiais rodoviários está sendo empregado no patrulhamento da região portuária, escolta de caminhões e desmobilização de pontos de manifestação

Com objetivo de combater atos de vandalismo a caminhões e garantir o fluxo livre de mercadorias em direção ao Porto de Santos, o maior da América Latina, o Ministério da Infraestrutura (MInfra) anunciou nesta quinta-feira, 4 de novembro, uma operação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMSP) na região portuária.

Segundo publicação oficial da pasta nas redes sociais, "um efetivo de 200 homens da PRF foi destacado e já opera na formação de um grande corredor de segurança desde o acesso aos terminais até a subida da Serra do Mar". 

Além da desmobilização dos pontos de manifestação no entorno do cais santista, policias também atuam no patrulhamento das imediações, bem como na escolta de caminhões entre os pátios de espera e os terminais de carga e descarga.



Em nota, a PRF afirmou que o Porto de Santos é uma área de interesse da União e que está atuando preventivamente para garantir a fluidez do transporte de cargas.

"A manifestação é pacífica e nosso empenho é para que continue pacífica. Nossa presença tem objetivo de fortalecimento da percepção de segurança para que os caminhoneiros possam fazer o seu trabalho de carga e descarga com tranquilidade", disse a corporação, em nota.


Desde as primeiras horas da última segunda-feira, 1º de novembro, data que estava prevista uma possível paralisação nacional de caminhoneiros, grupos de manifestantes que dizem ter relação com o transporte rodoviário de cargas vem se manifestando no entorno do Porto de Santos. Entretanto, atos de vandalismo, como por exemplo apedrejamento de caminhões que se recusam parar e aderir as manifestações, vêm sendo registrados na região portuária desde então. 

Entidades e empresas que atuam no cais santista também relataram ao longo desta semana, uma série de prejuízos aos exportadores, especialmente em virtude do impedimento do escoamento de contêineres cheios e vazios através de frotas próprias, chegando a afetar cerca de 20% das operações.


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