Ativa Logística quer ampliar atendimento ao mercado de alimentação suplementar

Ativa Logística/Divulgação
Nos últimos dois anos, a Ativa Logística, um dos maiores operadores logísticos de saúde, beleza e bem-estar no Brasil, investiu cerca de R$ 50 milhões para promover melhorias em sua infraestrutura, renovação de frota, tecnologia, contratação e capacitação de profissionais e ampliação de unidades estratégicas. Além de atender especialmente os mercados farma e de cosméticos, a companhia observa atentamente o segmento de alimentação suplementar, vitaminas e produtos OTC (da sigla over the conter em inglês, ou além do balcão - são produtos de venda livre na farmácia), que apresenta crescimento acelerado nos últimos anos. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (Abiad), os suplementos alimentares estão presentes em 54% dos lares brasileiros, de cápsulas vitamínicas à produtos que prometem ganho de massa muscular, redução de peso ou aumento de força.

Healthfood shops, farmácias e drogarias estão entre os principais canais de vendas do mercado de alimentação suplementar. Para manter a qualidade dos serviços, a Ativa Logística investe constantemente para cumprir uma série de exigências feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que em julho de 2018 aprovou também um conjunto de regras para o setor, que contribui para o acesso dos consumidores a suplementos seguros e de qualidade. “À exceção de algumas questões muito pontuais, como a necessidade de um profissional especializado no ramo, as exigências desse segmento se assemelham as do setor farma, como a licença e as boas práticas”, afirma Adriano Campos, diretor Comercial da Ativa Logística.

Para o segmento, lembra Campos, esse conceito inicia-se nas boas práticas de fabricação e finaliza-se nas mesmas boas práticas de entrega no ponto de venda, de forma a garantir a eficácia do produto, atendendo os requisitos voltados ao controle de processos logísticos, que incluem a expedição, armazenamento e o transporte em todas as suas etapas. “Para se atingir a alta qualidade na prestação do serviço, é necessário que haja integração entre os setores da empresa e que a cadeia de suprimentos trabalhe de forma coordenada. Nesse cenário, uma boa mão de obra faz toda a diferença. E estamos preparados para fazer o nosso serviço, com todos os níveis de eficiência”, argumenta o executivo. 


Mesmo com a estagnação econômica do mercado causada pela pandemia do covid-19, Campos acredita que, gradualmente, o setor retomará os parâmetros de crescimento e de forma sustentável. O executivo lembra que o setor tem acompanhado as mudanças de hábito do brasileiro, que está cada vez mais preocupado com a sua saúde, adotando novos suplementos e recomendações aliadas à nutrientes, bioativos, enzimas, bem como probióticos. De acordo com a pesquisa da Abiad, entre as razões que levam os brasileiros a comprar vitaminas e suplementos se destacam o desejo de complementar a alimentação (75%) e a busca por mais energia e aumento de massa muscular (57%). Os entrevistados ainda afirmam que usam vitaminas e suplementos para melhorar a saúde (58%), prevenir doenças (29%) e tratar alguma enfermidade (13%).

A mesma Abiad aponta ainda, em outro estudo publicado em Veja Saúde, de que a pandemia do novo coronavírus contribuiu para que o brasileiro consumisse mais suplementos alimentares. Em todo os lares avaliados, nas grandes capitais do país, pelo menos um morador recorria a eles. O estudo indica que 48% desses usuários passaram a ingerir mais multivitamínicos e afins, outros 47% mantiveram a mesma taxa de consumo, enquanto 5% diminuíram. A maior justificativa para o aumento da busca foi melhorar a imunidade (63%).

Investimentos 
Diante desse novo estilo de vida dos brasileiros, Campos aposta em um mercado muito atraente nos próximos anos. A indústria também não quer perder tempo. O investimento de R$ 12 milhões da Natulab na construção de uma unidade de produção de suplementos alimentares da marca, em agosto de 2019, é um bom exemplo. “Como parte integrante de toda cadeia, nós da logística precisamos estar preparados. Por isso, aliada à qualificação dos profissionais, dispomos de uma boa infraestrutura para guarda dos produtos, como área e construção adequadas que viabilizam o monitoramento de temperatura dos produtos, fatores diretamente relacionados à qualidade e à conservação dos produtos para saúde”, afirma o executivo da Ativa Logística.

A Ativa Logística está sempre de olho na qualidade e pronta para atender as demandas crescentes do mercado. Desde o último trimestre de 2019, até o princípio da pandemia, em março, a companhia já havia investido mais de R$ 20 milhões no novo CD em Itapevi, na Grande São Paulo, e na mudança das filiais de São José do Rio Preto, no interior paulista, e Pouso Alegre, em Minas Gerais. No CD de Itapevi a companhia investiu em uma área com temperatura controlada de 15º C a 25º C para atender em especial a indústria farmacêutica e de correlatos, onde integra a categoria de alimentação suplementar.
FONTE: Divulgação

Postar um comentário

0 Comentários