Transporte rodoviário de cargas criou mais de 36 mil vagas de emprego em 2018

Após três anos consecutivos impactado pelos efeitos da crise econômica e da instabilidade política, o transporte rodoviário de cargas brasileiro voltou a reagir e a criar vagas de vagas de emprego.
De acordo com o boletim Economia em Foco, elaborado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), baseado nos dados que fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o transporte rodoviário de cargas criou em 2018 35.687 vagas de emprego. 
Ainda segundo o boletim da CNT, o resultado apresentado pelo transporte rodoviário de cargas em 2018 é o melhor dos últimos cinco anos, com destaque para as regiões Sul e Sudeste do Brasil, onde foram criadas a maior parte das vagas. 
Para a Confederação Nacional do Transporte (CNT), a recuperação econômica do setor e a criação de empregos formais tendem a acelerar em 2019. Esse avanço, porém, depende da realização de reformas estruturantes, sobretudo, a previdenciária e a tributária. Conforme mostrado na Sondagem Expectativas Econômicas do Transportador 2018, também realizada pela CNT, a maioria dos transportadores é à favor da manutenção do teto de gastos (50,5%) e da aprovação das reformas da previdência (68,8%) e tributária (71,7%). Além disso, 77,7% deles acham que, neste ano, o ambiente de negócios de suas empresas estará mais favorável e 74,2% acreditam que, em 2019, o setor de transporte estará em uma situação melhor quando comparado com os dois últimos anos. 
O otimismo deverá se refletir no mercado de trabalho, uma vez que 53,0% dos transportadores brasileiros pretendem aumentar a contratação formal de empregados em 2019. Além disso, se confirmados esses ajustes, a estimativa é que o setor do transporte retorne ao patamar pré-crise até 2021.

Confira na íntegra o boletim Economia em Foco: CLIQUE AQUI 

TEXTO: Lucas Duarte
Com informações: CNT
Caminhões e Carretas 

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