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Sistema será liberado pelo BNDES somente no dia 25 de maio; caminhoneiros autônomos terão até o mês de agosto para aproveitar as condições especiais de financiamento
Caminhoneiros autônomos brasileiros interessados em trocar ou adquirir um novo caminhão através da segunda etapa do Programa Move Brasil, terão que aguardar até o fim do mês de maio para terem acesso a linha de crédito. A informação foi confirmada pela Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA).
De acordo com as informações repassadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à entidade, somente a partir da próxima segunda-feira, 25 de maio de 2026, o sistema será liberado para que os bancos comecem a utilizar a nova linha crédito disponibilizada pelo Governo Federal. Nesta nova fase do programa, estão previstos R$ 21,2 bilhões, sendo R$ 14,5 bilhões do Tesouro Nacional e R$ 6,7 bilhões em recursos adicionais do próprio BNDES.
A data estabelecida pelo Banco resulta em uma espera de quase 30 dias para que os caminhoneiros autônomos brasileiros tenham acesso de fato a linha de crédito com condições facilitadas. A segunda etapa do Programa Move Brasil foi anunciada oficialmente no dia 30 de abril.
Condições diferenciadas para caminhoneiros autônomos
Nesta nova rodada, o Programa Move Brasil, iniciativa criada pelo Governo Federal com objetivo de socorrer a indústria de veículos comerciais e incentivar a renovação da frota brasileira de caminhões, terá condições mais atrativas para os profissionais autônomos. São elas:
- Prazo de pagamento: Até 10 anos (120 meses);
- Carência: Até 12 meses de carência;
- Juros: 12,05% ao ano ou 11,05% ao ano para quem entregar um veículo antigo;
Outra grande novidade nesta nova fase do Move Brasil é a possibilidade de financiamento de implementos rodoviários (semirreboques, reboques e carrocerias sobre chassi), ônibus e micro-ônibus).
Entretanto, antes mesmo de começar, a segunda etapa do Programa Move Brasil já tem data para acabar. As condições facilitadas poderão ser aproveitadas somente até mês de agosto, quando a Medida Provisória que instituiu o programa perderá a validade. O Governo Federal já sinalizou que não pretende votar a MP.
