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PRF inicia megaoperação para fiscalizar transporte de produtos perigosos em todo o Brasil

PRF/Divulgação

Operação Risco Zero busca garantir o cumprimento das regras de transporte e reduzir os riscos de acidentes; fiscalização nacional começou no dia 12 maio

Com objetivo de garantir o cumprimento das normas de transporte e prevenir sinistros de trânsito, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou nesta semana a Operação Risco Zero, ação de fiscalização voltada ao transporte rodoviário de produtos perigosos e que acontece em todo o Brasil.


Durante as abordagens, os policiais rodoviários federais tem concentrado esforços na verificação do itens de segurança obrigatórios como, placas de sinalização, presença e validade de extintores de incêndio, EPI's (Equipamentos de proteção individual), bem como a capacitação dos condutores dos veículos através da realização de curso MOPP/CETPP.


Os agentes também concentram esforços na conferência de licenças ambientais, registro da empresa, documentação de porte obrigatório da carga e o estado de conservação do veículo, bem como no acondicionamento da carga. Documentos técnicos obrigatório, como o Certificado de Inspeção de Veículo (CIV) e o Certificado de Inspeção para o Transporte de Produtos Perigosos (CIPP), também estão entre os itens verificados. Em caso de irregularidades embarcadores e transportadores podem ser responsabilizados.

"O objetivo é aumentar o policiamento em relação a fiscalização do transporte de produtos perigosos. Em caso de sinistros os efeitos são devastadores, tanto para o meio ambiente, quanto para quem está envolvido" destaca Ronald Lima, Chefe do Grupo de Policiamento e Fiscalização de Produtos Perigosos da PRF. "A maioria das infrações envolve sinalização, ausente, inadequada ou que não transmite a informação que deveria. Alguns veículos também não estão em condições mecânicas de transporte por não passarem pela inspeção adequada e outros deles estão sem os equipamentos obrigatórios. Nós autuamos os transportadores e os expedidores", completa.



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