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Volvo investirá R$ 2,5 bilhões no Brasil até 2028

Dois caminhões Volvo FH 540 azuis lado a lado na estrada
Volvo/Divulgação

Montante se consolida como o maior volume de recursos já aplicado pela marca no País desde o início da produção em 1979; novos produtos, pesquisa e fábrica devem ser contemplados com o valor

Reforçando o compromisso com os transportadores brasileiros, mesmo diante de uma cenário econômico cada vez mais incerto e desafiador, que impacta diretamente o transporte rodoviário de cargas, a Volvo confirmou um novo investimento recorde no País. No período de 2026 a 2028, a montadora de origem sueca fará um aporte de R$ 2,5 bilhões no Brasil, o maior volume de recursos já aplicado no País desde que a empresa começou a produzir veículos comerciais em Curitiba (PR), em 1979.


Os juros altos encarecem o crédito e desestimulam as compras e a renovação das frotas. É um fator crucial que está freando o crescimento das empresas de transporte, inclusive reduzindo a sua competitividade”, declara Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo América Latina.


Apesar do cenário adverso, o executivo garante que a montadora sueca seguirá investindo em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, que trarão novidades em produtividade, descarbonização e segurança. Também haverá aportes na fábrica, expansão da rede de concessionárias e oferta de novos serviços em caminhões, ônibus, equipamentos de construção, motores marítimos e industriais e serviços financeiros. “Temos uma visão de longo prazo. Independente da conjuntura atual, o Brasil é um mercado estratégico para a Volvo. Por isso, estamos fazendo um novo ciclo de investimentos, desta vez de R$ 2,5 bilhões, o maior de nossa história no País”, assegura Lirmann.

O aporte significativo foi confirmado no mesmo dia em que marca relevou as previsões para o mercado brasileiro de caminhões em 2026. Segundo as projeções oficiais da Volvo, divulgadas na última quarta-feira (11), as vendas de caminhões acima de 16 de toneladas (semipesados e pesados) devem apresentar uma queda entre 5 e 10% para todas as marcas, mantendo assim o ambiente de retração registrado ao longo de todo o ano passado. 



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