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Scania inicia construção de fábrica na China

Scania/Divulgação
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Quarta fábrica da marca no mundo será responsável por ampliar a participação no mercado chinês e reduzir o tempo de entrega no continente asiático; produção está prevista para começar em 2025

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Dando continuidade a estratégia de ampliar a participação no maior mercado automotivo do mundo, bem como em todo o continente asiático, a Scania confirmou neste mês, o início das obras para construção da primeira fábrica da marca na China. A nova unidade será a quarta base de produção global da Scania, depois de Södertälje na Suécia, Zwolle na Holanda e São Bernardo do Campo no Brasil.

Localizada no município de Rugao, província de Jiangsu, 150 km a noroeste de Xangai, a nova planta industrial será baseada no sistema de produção modular exclusivo da montadora sueca. Já o início das atividades está previsto para ocorrer entre o final de 2024 e o começo de 2025, reduzindo significativamente os prazos de entrega para clientes asiáticos.


O momento deste desenvolvimento é fantástico. É uma oportunidade única para a Scania”, diz Ruthger de Vries, Presidente de Operações Industriais da Ásia.

Em total sintonia com as metas de sustentabilidade da montadora sueca, a nova fábrica também se destacará pela emissão zero de poluentes. Para isso, a Scania apostará no Biogás para abastecimento das instalações. O combustível será produzido a partir do lodo de águas residuais locais, resíduos de alimentos e outros resíduos biológicos.

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A instalação de Rugao impulsionará nossa presença na Ásia e também nossos esforços para impulsionar a mudança para o transporte sustentável, porque se tornará imediatamente uma fábrica de emissão zero, usando eletricidade verde e combustíveis renováveis”, destaca o executivo.

Segundo Mats Harborn, presidente da Scania China Group, a nova planta industrial será ainda maior do que o planejado inicialmente. “Ampliamos o escopo do projeto durante a pandemia, e é por isso que a inovação real está ocorrendo um pouco mais tarde do que o inicialmente previsto. Em vez de uma única linha de montagem, conseguimos adquirir mais terrenos e agora podemos construir uma fábrica inteira. Além disso, desde que a China mudou suas regras de investimento, conseguimos agir dentro de uma janela regulatória estreita, o que nos permite fazer isso completamente sozinhos — 100% Scania”, diz.


O investimento também conta com total apoio do governo chinês e do governo local de Rugão. “Nós e as autoridades de Rugao estamos criando milhares de novos empregos para a economia local”, afirma Ruthger de Vries.

Temos a sorte de trabalhar com as autoridades de Rugão, que não apenas perceberam que os colocaremos no mapa para a produção de veículos pesados ​​avançados, mas também, através da produção de biogás, torná-los líderes em energia circular”, acrescenta Mats Harborn.


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