Fretebras reduz para 0,74% o volume de fraudes contra transportadoras em 2021

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Investimento de R$ 30 milhões no programa Frete Seguro, lançado no ano passado, se mostrou eficaz no combate às fraudes que assolam o setor de transporte rodoviário

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A Fretebras, maior plataforma online de transporte de cargas da América Latina, confirmou o alcance da expressiva taxa de segurança de 99,26% para mais de 14 mil transportadoras ativas em na plataforma ao longo de 2021. No período, apenas 107 fraudes registradas contra as transportadoras, ou seja, em apenas 0,74% das operações. A redução expressiva das fraudes, uma grande preocupação de quem trabalha nas estradas, é resultado do programa Frete Seguro.

“Aprimorar o trabalho nas estradas é algo de extrema importância para nós da Fretebras. Nascemos com o objetivo de levar mais facilidade aos caminhoneiros e transportadoras e investir em segurança é algo que faz parte de nossa motivação. Por isso, atingir a taxa de segurança de 99,26% para as transportadoras é realmente animador, porém continuamos investindo para garantir que esse índice continue aumentando cada vez mais”, afirma Michael Bogajo, Head de Prevenção à Fraude da FreteBras. 


Mais segurança e novas funcionalidades em 2022
O aumento de segurança das empresas na plataforma foi garantido pelo programa Frete Seguro a partir do momento que passou a permitir a publicação de fretes apenas para caminhoneiros logados e validados. Dessa forma, as transportadoras puderam evitar que qualquer visitante do site da Fretebras conseguisse visualizar os fretes disponibilizados, o que auxiliou para evitar possíveis fraudes logo após o lançamento do programa.

“Atualmente, 70% dos golpes sofridos pelas empresas são originados de caminhoneiros que não estão devidamente cadastrados na plataforma. Ou seja, acontecem fora do domínio da Fretebras”, destaca Bogajo.

Outra novidade criada pelo programa foi a “avaliação de mão dupla”, que permite que caminhoneiros e empresas se qualifiquem mutuamente ao final de cada frete, assim as transportadoras podem conhecer o histórico do motorista, do ponto de vista de outras contratantes, antes de fechar a contratação para transportar a carga, trazendo maior confiabilidade e segurança. Ao todo, as empresas fizeram 12,3 mil avaliações de caminhoneiros, e eles receberam uma nota média de 4,4 de um valor máximo de 5. 


Neste ano, a Fretebras está investindo em novas funcionalidades no Frete Seguro, o que ajudará a diminuir ainda mais os índices de fraudes. A logtech irá fazer um refinamento no cadastro dos caminhoneiros, com o objetivo de garantir que as transportadoras encontrem motoristas validados na plataforma. “Isso também levará mais tranquilidade às empresas, garantindo que sua carga estará segura”, complementa o Head de Prevenção à Fraude da FreteBras.

Recentemente, a logtech iniciou um processo de migração do cadastro dos motoristas, da placa do veículo para o CPF do condutor, e já superou os 120 mil caminhoneiros com o CPF validado. Este novo cadastro vai trazer ainda mais segurança e confiança para a transportadora em relação ao transporte de sua carga.

Além disso, está incluindo uma verificação de biometria no cadastro do caminhoneiro para auxiliar na identificação dos motoristas. Neste sentido, a Fretebras está implementando um sistema de proteção de identidades digitais, contas e dispositivos das empresas, com o objetivo de evitar invasões e acessos indevidos na plataforma. 


Sobre o Frete Seguro
Em 2021, a FreteBras investiu R$ 30 milhões em ações do programa Frete Seguro, auxiliando as transportadoras e os caminhoneiros a conseguirem trabalhar de forma mais segura. Destaque para a triplicação do time de ouvidoria, canal oficial para que as empresas possam fazer denúncias e solicitar ajuda, e criação de um novo time de prevenção à fraude, com especialistas com mais de 10 anos de experiência na área.

“São diversas ações que certamente ajudarão a tornar o setor de transportes mais seguro e eficaz. Temos times totalmente envolvidos nestes processos, que são de extrema importância para que nenhuma empresa ou caminhoneiro tenha prejuízos ao utilizar nossa plataforma”, conclui Bogajo. 


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