Ações de incentivo à saúde e ao bem-estar dos caminhoneiros são fundamentais

A Repom, marca da Edenred Brasil, que atua com foco em soluções de gestão e meios de pagamento de despesas do transporte rodoviário de cargas, realizou um levantamento nacional para mapear o retrato da saúde dos caminhoneiros. Os dados revelam hábitos e rotinas da categoria, como o apontamento de que 78% dos motoristas vão ao médico apenas ao sentir dores ou passar mal, ante 17%, que respondeu fazer exames de rotina periodicamente.

Foram entrevistados 500 caminhoneiros de Norte a Sul do País, que foram questionados sobre seus hábitos de saúde, como frequência na realização de exames, consultas médicas e problemas de saúde mais comuns. “A pesquisa destaca a relevância de investidas para um comportamento preventivo entre os motoristas, e os números mostram a falta de regularidade à consultas e exames, mas também revelam o desejo de adotar hábitos mais saudáveis em suas rotinas”, comenta a Diretora de Benefícios aos Caminhoneiros da Divisão de Frota e Soluções de Mercado Rodoviário da Edenred Brasil, Andrea Beatrix.

Entre os destaques do estudo, estão a grande incidência de respostas que envolvem a falta de tempo com a sobrecarga do trabalho, dificuldade de acesso à assistência médica e a falta de informação sobre a prevenção de problemas de saúde. Essas dificuldades apareceram mais latentes para o público autônomo, se comparado com os motoristas CLT. A pesquisa também apontou que 30% dos motoristas revelaram contar com algum plano de saúde e dos que não têm, 67% alegam como motivo o valor muito alto, 11% mencionam não ter interesse em contratar uma assistência médica, 11% responderam que pagam particular quando necessário, 9% utilizam a rede pública e 2% alegaram outros motivos.

Quando questionados sobre a periodicidade, 61% afirmaram ter realizado algum tipo de exame médico há pelo menos um ano; 5% nunca fez; 11% realizaram um exame há dois anos e outros 5% e 17% há pelo menos três anos ou mais, respectivamente.

Já entre os principais problemas de saúde apontados, 16,7% revelam que são hipertensos, 15,1% relatam problemas renais e 14%, problemas ortopédicos, como coluna, pernas, joelhos, braços e ombros. Outros 13,5% também são diabéticos.


A adoção de hábitos mais saudáveis também é apontada como uma preocupação dos caminhoneiros, pois 43% querem iniciar uma atividade física nos próximos seis meses e 41% revelam o desejo de controlar o peso.

Referência no apoio e serviços para o caminhoneiro, a Repom conta com um Clube de Benefícios voltado para os profissionais das estradas, com uma estrutura de produtos e serviços para proporcionar saúde, educação, finanças, negócios e lazer para a vida e o trabalho. Um exemplo de sucesso está no projeto Clube da Estrada Repom, que já conta com 18 unidades localizadas nas principais rodovias brasileiras e oferece diversos serviços, como barbearia, Wi-Fi, televisão com programação de TV a cabo, copa com micro-ondas e geladeira, entre outros.

Só neste ano foram quase 11 mil atendimentos de enfermagem oferecidos nos espaços, sendo mil deles durante a mobilização para o Novembro Azul, ocorrida no último mês. A campanha bateu o recorde de visitas nas unidades, ao receber cerca de 20 mil pessoas que participaram de palestras e rodas de conversa, além de sorteios para a realização do exame de PSA.

“Todos os dias nos relacionamos com um universo de mais de 2 milhões motoristas, muitos deles em visita aos nossos Clubes da Estrada, e as ações de cuidado e bem-estar oferecidas a esse público é um importante pilar de nossas práticas. Esse levantamento vem para trazer um retrato da saúde dos motoristas de todo o Brasil, e é uma referência para o mercado rodoviário, bem como para nossas iniciativas”, finaliza Beatrix.

O perfil dos entrevistados é com idade média de 43 anos; 38% atuam como autônomos e 62% são funcionários particulares. O levantamento foi encomendado pela Repom à consultoria Hara Pesquisas, responsável pelas entrevistas com os motoristas, realizadas entre fevereiro e março de 2019 nas principais rotas brasileiras.
FONTE: Repom

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