Governo paulista anuncia que Ceagesp terá nova sede para reduzir tráfego de caminhões na capital

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou no último dia 25 de outubro a transferência de local da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), maior entreposto do Brasil e da América Latina.

“Vamos transferir para uma área que é quatro ou cinco vezes maior, com melhores condições de atendimento à população, e considerando a proximidade de rodovias e sistema ferroviário”, disse o governador durante entrevista no Palácio dos Bandeirantes.

Ele informou que o decreto autorizando a construção de um ou mais entrepostos em diferentes locais foi publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial do Estado, mas não informou o novo local da nova Ceagesp.

“O decreto que autoriza a construção do novo centro de distribuição de alimentos já foi assinado e publicado hoje no Diário Oficial, o que dá oportunidade para um ou mais entrepostos na região metropolitana de São Paulo, dando acesso a rodovias e ao sistema ferroviário e ao Porto de Santos” disse.


Impacto positivo
Para Doria, o fechamento da atual Ceagesp terá impacto positivo no trânsito da região, retirando caminhões que circulam pelas marginais, e melhorando as condições de segurança no local.
O novo entreposto deverá ser transferido para um local com área construída mínima de 300 mil metros quadrados com infraestrutura que atenda a atual demanda dos produtores rurais, atacadistas, varejistas, cooperativas, importadores e exportadores.

O espaço atual da Ceagesp, que pertence à União, abrigará o futuro Centro Internacional de Tecnologia e Inovação (Citi), que será ocupado por empresas privadas. “Será o Vale do Silício urbano de São Paulo, atenderá não só os brasileiros de São Paulo, mas será referência também no plano nacional”, explicou Dória.

A atual Ceagesp da Vila Leopoldina é a maior central de abastecimento da América Latina, com área total de mais de 630 mil metros quadrados.

Emprega mais de 30 mil pessoas e comercializa três milhões de toneladas de alimentos ao ano, com movimentação financeira de cerca de R$ 7,5 bilhões no período.
FONTE: Agência Brasil

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