PRF retém dois bitrens com quase 50 toneladas de excesso de peso

Divulgação/PRF
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) reteve na manhã desta quarta-feira (24) dois bitrens com excesso de peso em Ponta Grossa.
Com cerca de 50 toneladas acima do limite máximo, cada bitrem foi abordado na BR-376 durante fiscalização de pesos e medidas. Um dos bitrens pesava 98,4 toneladas e o outro, 97,5, bem acima do limite de 74 toneladas.
De acordo com a legislação, cada caminhão tem o limite de peso de 74 toneladas e a capacidade máxima para tracionar 78 e 80 toneladas, respectivamente, de acordo com o fabricante. Ambos excederam as suas capacidades nos dois quesitos e foram autuados em aproximadamente R$ 15 mil e R$ 13 mil.
Os veículo, que saíram de Juranda (PR) com destino à Braço do Norte (SC), foram autuados e retidos em um pátio conveniado à PRF para transbordo da carga excedente. Com as multas lavradas durante esta fiscalização, ambos já possuem um histórico de autuações desta natureza, perfazendo um total de mais de R$ 54 mil desde 2017. Um deles possui multas pendentes que deverão ser quitadas para liberá-lo do pátio.
Na segunda (22), também em Ponta Grossa, um caminhão com 9,5 toneladas excesso de peso foi retido na BR-376. Carregado com blocos de cerâmica para laje, ele foi autuado em R$ 2,3 mil. Na terça (23), outro caminhão foi retido e autuado em cerca de R$ 1,2 mil, quando transportava 4,7 toneladas de soja acima do permitido – o valor é proporcional ao tamanho do excesso de peso, conforme o artigo 231 do Código de Trânsito.
O excesso de peso, além de provocar danos e reduzir a vida útil do asfalto das rodovias, pode provocar acidentes graves. Ele compromete o funcionamento dos sistemas de freios e de suspensão dos caminhões, além de reduzir a sua velocidade.
FONTE: Agência PRF 
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2 comentários:

  1. Me desculpe, mas a repórter ou é mal informada ou é ignorante mesmo! Aonde ela viu rodotrem ali? Dois bitrens de 9 eixos, bem diferentes de rodotrem. Além disso o texto confunde excesso de carga com capacidade de tração.

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  2. Deveria perder o caminhão, o mesmo ir a leilão, e o dinheiro, utilizado na manutenção de rodovias. Provavelmente, não teríamos mais reincidencias.

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