Segundo dia de paralisação de caminhoneiros conta com 35 pontos de manifestação no Sudeste

Caminhoneiros de todo o país deram início nesta-terça-feira (22) ao segundo dia de paralisação do transporte rodoviário de cargas. O protesto inicialmente convocado pela Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), ganhou força em todo o país após outras entidades confirmarem apoio e adesão. 
Na manhã desta terça-feira (22), os quatro estados da região Sudeste do Brasil já registram manifestações e bloqueios parciais nas principais rodovias. A paralisação tem como principal protestar contra os consecutivos e diários aumentos nos preços dos combustíveis praticados pela Petrobras, principalmente sobre o óleo diesel. 
De acordo com as informações mais recentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) 36 pontos de manifestação foram estão registrados em 9 rodovias federais que cortam os quatros estado que compõem a região Sudeste. Minas Gerais lidera com 17 pontos de paralisação. 
Confira abaixo os detalhes das paralisações em cada estado da Região Sudeste: 

Espirito Santo:
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), três manifestações de caminhoneiros foram registradas em duas rodovias federais que passam pelo estado. Uma no KM 156 da BR-262, em Ibatiba e outras duas na BR-101, nos KM 302 e 502, em Viana e Itapemirim respectivamente. 

Minas Gerais:
Segundo as informações mais recentes da Polícia Rodoviário Federal (PRF), 17 pontos de manifestação estão sendo registrados em 6 seis rodovias que cortam o estado mineiro: 
São Paulo: 
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), duas manifestações de caminhoneiros foram registradas na BR-116. Uma no KM 161, em Jacareí e outra no KM 51 em, próximo ao município de Lorena. 

Rio de Janeiro: 
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 13 pontos de manifestação de caminhoneiros estão sendo monitorados em 5 rodovias federais que passam pelo estado carioca. Confira: 
Preço do óleo diesel
Segundo o Sindicato das Empresas de Transportes de Carga do Estado de Minas Gerais (Setcemg), em 10 meses (11 de julho de 2017 a 17 de maio de 2018) que a nova política de preços da Petrobras está sendo praticada, o preço do óleo diesel subiu 59,62%, ou seja, ouve um elevadíssimo aumento de custo no transporte causando uma defasagem de 23,85% no valor do frete. 
A entidade destaca ainda que somente no mês de maio o preço do combustível já registrou alta de 9,33%No acumulado do ano (janeiro a maio) o preço do combustível subiu 21,80%

LEIA: Preço do óleo diesel acumula alta de 59% em apenas 10 meses 

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TEXTO: Lucas Duarte
Blog Caminhões e Carretas
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