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| VWCO/Divulgação |
Fruto de um investimento de mais de R$ 300 milhões, nova van será lançada oficialmente na Fenatran, em novembro; utilitário será importado inicialmente da China
Além celebrar 45 anos de história no mercado brasileiro, a Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) está preparando a expansão do portfólio de comerciais leves. Em parceria com chinesa SAIC Motor, uma das maiores montadoras do mundo, a montadora prepara o ingresso no segmento de vans. O lançamento oficial acontecerá na 25ª edição da Fenatran (Feira Internacional do Transporte de Carga), programada para ocorrer de 09 a 13 de novembro, em São Paulo (SP).
“Estamos na reta final para um lançamento sem precedentes em nossa história. Já temos o portfólio mais completo de caminhões e ônibus do mercado e, agora, vamos ampliar nossa atuação nos comerciais leves, com veículos em categorias nas quais não competíamos. Com o mesmo DNA da nossa marca, os produtos chegam dentro do conceito sob medida, seguindo a filosofia ‘menos você não quer, mais você não precisa”, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus.
Apesar do nome e das versões ainda não terem sido reveladas, o novo veículo comercial da VWCO já encontra-se em fase final de validação. Resultado de um investimento de mais de R$ 300 milhões, a nova inicialmente será importada da China, mas a marca se prepara para nacionalizar a montagem do utilirário no Brasil. Já as vendas começarão no Brasil em 2027 através da rede composta por mais de 200 concessionárias. Posteriormente, a nova van VW também será comercializada na Argentina.
“Novamente nos valemos da força das alianças estratégicas para acelerar o crescimento. Pela primeira vez, a Volkswagen Caminhões e Ônibus terá uma parceira internacional no continente asiático neste lançamento: temos um acordo de cooperação com a SAIC Motor, uma das maiores montadoras do mundo e com a qual o Grupo Volkswagen já tem colaboração há mais de 40 anos. Nosso objetivo é combinar o melhor dos dois mundos: o reconhecido domínio e entrega de produtos adequados à operação em mercados emergentes e a velocidade de desenvolvimento dos chineses”, completa Cortes.
