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| Scania/Divulgação |
Autonomia significativa é resultado do novo posicionamento de um módulo de baterias sob a cabine; novidade também otimiza a capacidade de carga dos caminhões
A Scania anunciou nesta semana, o início das vendas de caminhões pesados 100% elétricos equipados com um novo módulo de bateria sob a cabine, solução que permite a utilização de baterias com maior capacidade, sem comprometer a carga transportada. O resultado? Modelos com autonomia superior a 800 km com uma única carga.
Segundo a montadora sueca, o novo posicionamento do módulo de bateria sob a cabine do caminhão libera mais espaço para a utilização de implementos maiores, eliminando assim a preocupação dos transportadores com o equilíbrio entre autonomia e carga útil. Com a novidade, o posicionamento das baterias ao longo chassi também ganham novas opções.
A novidade nos caminhões Scania acompanha um recente aumento no limite de Peso Bruto Total Combinado (PBTC) promovido pela União Europeia. Na prática, a atualização da legislação significa que caminhões equipados com conjuntos de baterias de até 400 kWh contam com a mesma capacidade de carga útil que um modelo tradicionalmente movido a diesel, ou seja, sem ultrapassar o limite legal.
Em paralelo, a Scania também começa a disponibilizar ao mercado europeu um inédito Sistema de Carregamento Megawatt (MCS), solução capaz de recarregar as baterias de 20% a 75% em poucos minutos, como por exemplo, durante paradas obrigatórias para descanso e refeição de motoristas ou até mesmo durante atividades de carga e descarga, otimizando assim de forma significativa a autonomia e reduzindo os custos operacionais e de investimento.
“O novo módulo de bateria sob a cabine otimiza o posicionamento das baterias do caminhão, beneficiando os transportadores”, afirma Tobias Ejderhamn, Gerente Global de Transformação e Novos Negócios da Scania. “Assim, com a configuração de bateria adequada, o Sistema de Controle de Carga (MCS) e uma boa estratégia de carregamento, nossos clientes podem facilmente resolver a questão da autonomia versus carga útil.”
