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Rodofort Guerra adota oficialmente o nome Guerra Implementos

Semirreboque Graneleiro vermelho com 4º eixo produzido pela Guerra Implementos
Guerra Implementos/Divulgação

Consolidação da nomenclatura vem acompanhada de aumento na produção e exportação; Rodofort se dedicará ao mercado de pneus

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Um novo capítulo da história de uma das mais tradicionais fabricantes de implementos rodoviários do Brasil começa a ser escrito a partir desta segunda-feira, 15 de janeiro de 2024. A até então Rodofort Guerra agora passa a se chamar oficialmente Guerra Implementos. A consolidação da nomenclatura também vem acompanhada de novos investimentos e ampliação da produção.


Vamos consolidar a fabricação dos produtos sob a consagrada marca Guerra, como parte da estratégia de ampliação da presença no mercado brasileiro, visando oportunidades de negócios de médio e longo prazos”, disse Ivo Ilário Riedi Filho, CEO da Guerra Implementos. “A consolidação sob a marca Guerra reflete a confiança no legado e na qualidade reconhecida dessa marca. Estamos trabalhando todos os dias e preparando o terreno para um futuro ainda mais promissor”, completa.

Alves Pereira, diretor Executivo Comercial da empresa, destaca a referência da marca Guerra como sinônimo de tradição e qualidade. “É uma marca nacionalmente conhecida com mais de 50 anos de história de mercado”, afirma o executivo. 

Segundo a empresa, a decisão de consolidar a fabricação de implementos rodoviários sob a marca Guerra visa unificar a administração da produção, otimizar projetos e melhorar o processo de aquisição de componentes, reduzindo custos operacionais. Já a Rodofort atuará na comercialização de pneus de marca própria, mantendo a presença no mercado de transporte de cargas com a qualidade adquirida em mais de 20 anos de operação. 


Projeções para 2024
Para este ano, a Guerra prevê que juntas, as três unidades fabris sejam responsáveis pela produção de pouco mais de 10.500 implementos rodoviários, o que representará um crescimento de cerca de 40% em relação ao volume de 2023. O incremento na produção visa atender à crescente demanda no mercado interno, especialmente por semirreboques com 4º eixo, e também ao projeto de ampliação da atuação internacional. Já as exportações devem crescer na ordem 25% em relação ao volume do ano anterior, chegando a 350 exemplares enviados ao mercado externo. 

Para viabilizar o plano de aumento de produção, a empresa tem investido na renovação e implementação de novas tecnologias, investindo na aquisição de células robotizadas para soldagem, máquinas de corte laser fibra, armazém automatizado para movimentação de materiais, e entre outros itens. “São investimentos que vão contribuir para ampliar a competitividade dos produtos Guerra no mercado”, explica o executivo.
 
A empresa também aplicou recursos na estruturação do novo Centro Tecnológico Guerra, em Caxias do Sul (RS). “O objetivo é dar suporte em pesquisas e testes para gerar cada vez mais desenvolvimento e qualidade aos projetos da marca”, explica Rodrigo Bernardi, diretor de Engenharia e Tecnologia de Produto da empresa.



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