Exército Brasileiro inicia obras de pavimentação da BR-367/MG

DNIT/Divulgação

R$ 328 milhões estão sendo investidos na implantação da rodovia federal; trabalhos se concentram entre os km 45 e km 53 próximo a cidade de Jacinto (MG)

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O Exército Brasileiro e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) iniciaram neste mês os serviços de implantação e pavimentação na BR-367/MG. Com investimento de aproximadamente R$ 328 milhões, os trabalhos se concentram entre os municípios de Salto da Divisa (MG) e Almenara (MG).

É um privilégio e uma honra estar aqui nessa região. Estamos cumprindo uma de nossas missões. Vamos pavimentar mais de 60 quilômetros e é um investimento que vai trazer desenvolvimento para o estado. É nossa prioridade e contamos com a importante parceria do Exército Brasileiro para tornar realidade esse empreendimento”, afirmou o ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio.


Já o diretor-geral do DNIT, general Santos Filho, destacou a importância da rodovia para a economia do país. “É uma obra que vai proporcionar um maior desenvolvimento para o Norte de Minas Gerais, e inclusive é uma região que faz divisa com o estado da Bahia. Ficamos muito felizes, são muitos desafios, mas a obra está em andamento”, disse.

Atualmente o batalhão de engenharia do Exército Brasileiro executa os serviços de terraplanagem entre os km 45 e km 53 próximo a cidade de Jacinto (MG). A pavimentação do km 0 ao km 61,6 da rodovia será fundamental para aprimorar a mobilidade de tráfego entre os estados de Minas Gerais e Bahia, contribuindo assim para a integração socioeconômica da região do Vale do Jequitinhonha.


Importância da rodovia
Passando pelos municípios de Salto da Divisa, Jacinto, Almenara, Jequitinhonha, Araçuaí, Virgem da Lapa, Berilo, Chapada do Norte, Minas Novas, Turmalina, Couto de Magalhães, Diamantina e Gouveia, a BR-367/MG é considerada um importante corredor turístico e também para o transporte de cargas, principalmente de eucalipto, cultivado em Minas e que tem como destino as fábricas de celulose instaladas no estado baiano.

DNIT/Divulgação

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