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Consórcio Nacional CASE registra crescimento de mais de 70% em 2021

CASE Construction/Divulgação

Aumento é referente ao número de cotas vendidas

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Responsável pela administração do consórcio de máquinas da CASE Construction Equipment, marca pertencente ao grupo CNH Industrial, a administradora Primo Rossi registrou um crescimento de 73% na quantidade de cotas vendidas em 2021. Os resultados têm como base comparativa 2020, período este que o país ainda enfrentava picos da pandemia de Covid-19.

“Inevitavelmente a pandemia impactou todos os segmentos da economia, gerando um temor inicial. No entanto, nosso mercado de máquinas pesadas apresentou certa estabilização em um primeiro momento, chegando até a registrar um crescimento extraordinário no ano”, enfatiza Vittorio Rossi Júnior, sócio-diretor do Grupo Primo Rossi.


Ainda de acordo com Rossi, no segmento de consórcios a tendência não foi diferente. “Na CASE o crescimento apareceu por diferentes motivos. Entre eles, destaque para a implementação de campanhas estratégicas desenvolvidas pelo fabricante, que trouxeram consistentes e exclusivos benefícios ao consumidor, tal como, a oferta exclusiva de uma primeira revisão gratuita aos consorciados contemplados”, conta Rossi.

Com as estratégias adotadas, a empresa obteve excelentes respostas, e as expectativas para 2022 também são otimistas. “O consórcio é um investimento competitivo e se apresentou como alternativa válida e sustentável nos anos de 2020 e 2021. Para 2022, temos excelentes projeções e esperamos um crescimento em torno de 67%”, palpita o empresário.


Consórcio Nacional CASE
Com o objetivo de facilitar a compra de um equipamento, o sistema de consórcio CASE, administrado por Primo Rossi, atua com toda a frota de máquinas de construção CASE desde 2017.  “O consórcio, de uma certa forma, é como um remédio para combater a falta de crédito, a cobrança de juros abusivos para quem se planeja e necessita de renovação da frota de forma previsível, o que é fator crucial para a sobrevivência dos negócios em um mercado tão competitivo. Por isso, a modalidade passa a ser uma grande opção de diversificação nos investimentos e se configura um consistente aliado para quem se programa”, comenta Rossi.

De acordo com o gerente Comercial CASE Brasil, Pedro Silva, no último ano, as regiões Sudeste e Centro-Oeste do país foram as que mais obtiveram equipamentos da marca por meio dessa modalidade. “O perfil dos clientes que optam pela compra programada é bastante diversificado. De modo geral, está bastante atrelado ao empresário que necessita aumentar ou renovar a frota de equipamentos, tendo em vista essas vantagens”.

FONTE: Divulgação

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