Transportadoras negam apoio a paralisação e afirmam que garantem abastecimento do país

PRF/Divulgação

Não adesão de transportadoras foi confirmada pela CNT em reunião com o Ministro da Infraestrutura na última terça-feira (26)

Ao contrário do ocorrido em 2018, a possível nova paralisação de caminhoneiros que vem sendo organizada  por entidades como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), vinculada à CUT; Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) e Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), prevista para a próxima segunda-feira, 1º de novembro, não contará com o apoio e participação das transportadoras brasileiras.

A não adesão dos frotistas foi confirmada na última terça-feira, 26 de outubro, durante uma reunião entre a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Na ocasião, o presidente da entidade, Vander Costa, também ressaltou que a entidade não respalda qualquer movimento grevista por parte desses profissionais.

De acordo com a CNT, "com segurança, as transportadoras não irão parar e não haverá desabastecimento". Diante disso, o Governo Federal se comprometeu em garantir a segurança nas rodovias brasileiras, possibilitando assim a continuidade do fluxo de mercadorias, bem como o abastecimento do país.

Confira na íntegra a nota da CNT: CLIQUE AQUI


MInfra: "Não há motivo para preocupação"
Em entrevista à Jovem Pan News nesta quarta-feira, 27 de outubro, Freitas voltou a comentar sobre a possível paralisação de caminhoneiros autônomos.

“A gente tem conversado com várias lideranças, uma dificuldade que a gente tem é o fato delas serem bem difusas, são muitos líderes que representam a categoria. A gente percebe uma clara divisão, porque muita gente quer trabalhar, o mercado está aquecido, estamos num momento de preparo para a safra, é o momento de levar renda para dentro de casa. Estamos tomando as medidas possíveis e tentando explicar a nossa limitação de enfrentar alguns problemas, isso tem sido compreendido, então não acredito num grande movimento e acho que a gente vai superar isso tranquilamente. Não há motivo para preocupação”, afirmou.


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