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Gigantes do agronegócio se unem para criar empresa de fretes rodoviários

Fernando Rodrigues

Louis Dreyfus Company, Amaggi, Cargill e ADM irão transformar em empresa independente a Carguero

Com o objetivo de reduzir custos operacionais e ampliar a eficiência logística do agronegócio brasileiro, a francesa Louis Dreyfus Company e a brasileira Amaggi afirmaram que irão transformar em empresa independente a Carguero,  plataforma de contratação de fretes rodoviários criada por ambas em 2019.

Para ampliar ainda mais os horizontes da nova empresa, o negócio também conta com a participação de outras duas gigantes do agronegócio, às americanas Cargill e ADM. A mato-grossense Tip Bank, instituição de pagamento que atua no setor há 15 anos, também fara parte do negócio que visa trazer ao mercado um sistema completo de logística e gestão integrada.

Somente em 2020, a Carguero possibilitou o transporte de 17 milhões de toneladas de cargas em 2020, em 500 mil viagens, que movimentaram R$ 2 bilhões em fretes. “A LDC e a Amaggi investiram R$ 50 milhões em tecnologia nos últimos dois anos, mas precisavam de robustez para que a ferramenta não ficasse restrita apenas a um ‘match’ entre caminhoneiros e embarcadores. A expectativa é que o investimento dobre de valor em cinco anos”, afirma Luis Barbieri, executivo da Carguero.


Segundo Barbieri, a plataforma das gigantes Amaggi, Dreyfus, Cargill e ADM terá como principal diferencial a facilidade para gestão das operações de transporte. “Temos a gestão completa da logística, como a possibilidade de o caminhoneiro ver os embarques disponíveis nos próximos sete dias. Ele também poderá fazer vários filtros na busca de cargas e, o mais importante, oferecemos a digitalização de documentos”.

O modelo de negócio da nova empresa de fretes é semelhante ao de outras plataformas existentes no mercado, ou seja, nada será cobrado dos caminhoneiros presentes na plataforma. Já as transportadoras pagarão uma taxa de serviço pela contratação de um caminhoneiro, ou o embarcadores pagarão um valor para encontrarem uma transportadora. “A transportadora tem um custo operacional para contratar um motorista de R$ 3 a R$ 9 por tonelada. Entendemos que ela terá esse custo reduzido e sua oferta ampliada se a nossa plataforma for usada”, acrescenta Barbieri.

Diante da sólida presença no agronegócio que as sócias possuem, a nova empresa de fretes atuará inicialmente e preferencialmente no transporte de grãos e derivados, açúcar e fertilizantes, com operações apenas no Brasil neste primeiro momento.


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2 Comentários

  1. Mais uma para pagar uma mixaria no frete...
    Igual as que já tem exploradores

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  2. Agenciadora digital,pá cá bá

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