Ceasa-MS exigirá exame toxicológico de caminhoneiros

Permissionários, comerciantes de hortifrutigranjeiros que atuam na Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul (Ceasa-MS), passarão a exigir em até 60 dias, exames toxicológicos dos caminhoneiros que realizam entregas no local. 

A medida é resultado de um acordo firmado na última quinta-feira, 25 de julho, em uma audiência realizada em uma audiência realizada na sede do Ministério Público do Trabalho de Mato Grosso do Sul (MPT-MS) com representantes da central de abastecimento. 

Na ocasião foi acordada a reformulação de contratos com 45 permissionários, para que estes passem a exigir o exame toxicológico de seus motoristas em conformidade com a Lei nº 13.103/15, que determina a realização do exame em casos de admissão, intermédio, desligamento, habilitação ou renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de profissionais habilitados nas categorias C, D ou E.

A audiência foi presidida pelo procurador do Trabalho Paulo Douglas Almeida de Moraes que, em abril deste ano, conduziu em conjunto com o Tribunal Regional do Trabalho um levantamento que revelou uma queda de quase 60% no consumo de algum tipo de droga por motoristas profissionais abordados no Ceasa-MS. 

TEXTO: Lucas Duarte
Com informações: MPT-MS

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5 Comentários

  1. Muito ridículo isso. Quantas vezes os caminhoneiros tem que fazer o maldito exame... E se der falso positivo como tem acontecido vão fazer o que? ainda bem que o Bolsonaro quer acabar de vez com essa idiotice que ate agora so serviu para levar o dinheiro do cidadão e nada mais. Chega.

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    1. kkkkk que lixo eu ja fiz e vou ter que fzer de novo para trabalhar no ceasa? tô fora. não faço mais

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  2. Também acho rediculo o profissional ter que se submeter a tal mexame de fazer o exame toxicológico,

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  3. Nunca mais chega verdura no horário então...����������

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  4. por que fazer so dos caminhoneiros que vao para la a lei tem de ser para todos deste o porteiro do ceasa passando por fiscais donos de loja zeladores bancarios etc etc etc chegando ate o diretor se for so para caminhoneiros ja e discriminaçao

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