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Empresas dizem que é impossível recompor preços dos fretes

Representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), da Aprosoja e da Associação Nacional dos Usuários de Transportes (Anut) se reuniram na sede de uma empresa em Brasília nesta terça, dia 17. O encontro foi uma preparação para a reunião do grupo de trabalho com o governo, marcada para quarta-feira no Ministério dos Transportes.
As entidades faze parte de um dos grupos de trabalho formados pelo governo para atender às demandas dos caminhoneiros, que fizeram uma grande paralisação de quase duas semanas em vários estados. Coordenado pelo secretário de Planejamento de Política Nacional de Transportes, Herbert Drumont, o grupo de trabalho é responsável pela elaboração de uma tabela de preços para dar referência o mercado e recompor os preços.
As entidades devem levar para a reunião de amanhã com o governo a conclusão de que é impossível criar uma tabela de preços. Segundo eles, nenhum serviço é tão bem regulado pela lei da oferta e da procura quanto o de transporte de cargas. Além disso, o setor já está fragilizado e não tem como recompor os preços de frete.
Além deste grupo, que trata especificamente da tabela, o governo criou outros dois. Um que trabalha sobre a regulamentação da Lei dos Motoristas, e outro que trata assuntos de logística, como definição de pontos de parada. A plenária com as propostas dos três grupos de trabalho está marcada para o dia 26 de março. Os representantes dos caminhoneiros já anunciaram que poderão parar novamente, dependendo do resultado destas negociações.
FONTE: Canal Rural 

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