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Circulação de caminhões tem restrição a partir desta terça em bairro em MG

A circulação de caminhões em várias ruas do bairro de Lourdes, na região centro-sul de Belo Horizonte (MG), terá que seguir algumas restrições a partir desta terça-feira (26). Os veículos com mais de 6,5 m e capacidade acima de 5 t e a operação de carga e descarga estão proibidos entre 7h e 9 h e das 17h às 20h, de segunda a sexta-feira. Aos sábados, a nova regra vale para o período entre 17h 20h. As informações são do Hoje em Dia.
Carretas e cavalos mecânicos estão proibidos de circular na região em qualquer horário. Ao completar um ano, a restrição será ampliada das 7h às 20 h, de segunda a sexta-feira. Aos sábados, passa a ser das 7h às 15h. 
Segundo a BHTrans, para cargas indivisíveis e veículos especiais que ultrapassem a capacidade e horários estabelecidos, será emitida uma autorização para o tráfego, diante solicitação prévia do interessado. O coordenador de Projetos de Trânsito da empresa, José Carlos Mendanha, afirma que as novas diretrizes priorizam a utilização de veículos de carga menores em vários pontos da cidade.
- A medida possibilita o trânsito de veículos mais ágeis, maior rotatividade nas vagas de carga e descarga, além de garantir maior segurança no trânsito e preservar o pavimento das vias. 

As novas regras para a circulação e operação de carga e descarga em Belo Horizonte vêm sendo implantadas desde outubro de 2009. A BHTrans fará restrições, a partir do dia 26 de julho, no perímetro entre a Assembleia Legislativa e a região do Barro Preto, e na Região Hospitalar, em outubro. 
A restrição já vale para trechos das avenidas Afonso Pena, Prudente de Morais, Raja Gabaglia, Amazonas, Tereza Cristina, Pedro II, Antônio Carlos, Cristiano Machado, dos Andradas, Carlos Luz e do Contorno. 
Para Ulisses Martins Cruz, presidente do Fetcemg (Sindicato das Empresas de Transportes de Carga do Estado de Minas Gerais), o setor tem visto as medidas com preocupação.
- Embora as decisões sejam tomadas em consenso com toda a cadeia, as restrições têm impacto de custo para o cliente, já que, em vez de fazermos a entrega com uma carreta, são necessários seis caminhões menores.
FONTE: R7
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