Leilões online de caminhões: bom tanto para a compra quanto a venda

Grandes oportunidades de negócio para quem compra ou vende em época de crise. Assim pode ser definido hoje o mercado de leilões online de caminhões. Exemplos desse momento favorável são os números da Superbid, plataforma online de leilões presente em cinco países da América Latina. Em 2015, a empresa realizou 409 leilões online desses produtos, vendendo 2.471 unidades – 20% a mais que em 2014, quando promoveu 343 leilões e vendeu 1.988 veículos. “Neste ano, o mercado de leilão de caminhões continuará em alta, seguindo a tendência 2015”, afirma Pedro Suplicy Barreto, diretor comercial da Superbid. “Os preços seguirão baixos, com descontos sobre o valor de tabela chegando a 60% dependendo do modelo e do ano”, completa. 
Os modelos mais procurados nos leilões da empresa são caminhões basculantes, com carroceira de madeira, betoneira, baú, além de diversos tipos de carretas com variados anos de fabricação. Um levantamento da empresa mostra que os caminhoneiros e transportadoras são os principais arrematantes de caminhões em leilões. Eles buscam produtos para uso próprio ou para revenda em busca de um retorno financeiro. “Os clientes encontram uma variedade muito grande de opções e anos de fabricação, pois cada empresa vendedora tem uma política para efetuar a troca de sua frota. Algumas utilizam os caminhões até o fim de sua vida útil e outras trocam os veículos com relativamente pouco tempo de uso, por isso é importante acompanhar os leilões com certa frequência para conhecer o perfil de cada empresa vendedora”, recomenda Barreto. 
Para as empresas que vendem os produtos no site, muitas vezes em lotes com dezenas de exemplares de uma única vez, a margem de negócio também é muito favorável. “A valorização dos produtos em relação aos lances iniciais dos leilões depende muito do modelo, mas os cavalos mecânicos chegam a subir 15% e os trucados e VUCs, 20%”, explica o executivo. As empresas que mais vendem caminhões por meio de leilões online são construtoras, empresas de bioenergia, mineradoras, transportadoras, distribuidoras e papeleiras, entre outras.
FONTE: Divulgação 
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