Volvo lança nova caixa I-Shift para 300 toneladas com marchas super-reduzidas

A Volvo começa a oferecer este mês, no Brasil, mais uma exclusividade mundial da marca: a caixa eletrônica I-Shift Super Reduzida que pode sair de fábrica opcionalmente com 13 ou 14 marchas. Dirigida para a linha F (FH, FMX e FM), a nova transmissão proporciona um arranque sem igual no mercado e permite um PBT (Peso Bruto Total) de até 300 toneladas em aplicações específicas e situações controladas. “A Volvo é reconhecida globalmente por seus produtos inovadores, que proporcionam soluções que garantem melhor desempenho possível com o mais baixo consumo de combustível”, declara Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo América Latina.
“Esta nova caixa é mais uma evolução para garantir ao transportador caminhões equipados com o que há de melhor para aumentar a produtividade da operação de transporte”, diz Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil. “É uma solução voltada para nichos de mercado e apliçações rodoviárias especiais, que até então não tinham uma caixa de câmbio que atendesse o transporte em situações específicas. Inovamos mais uma vez”, comemora Nilton Roeder, diretor de estratégia, desenvolvimento de negócios e suporte a vendas de caminhões do Grupo Volvo América Latina.
A I-Shift Super Reduzida abre mais possibilidades de transporte para os caminhões da linha F, permitindo operar com velocidades muito mais baixas, para enfrentar vias mais difíceis e de topografia adversa.
Com 13 marchas – a última chamada Overdrive –, esta opção é voltada principalmente para aquelas aplicações em que o transporte é feito tanto em rodovias com uma topografia mais acidentada ou de serra, como em estradas com trechos com boa pavimentação. Esta solução privilegia o arranque em condições mais adversas, mas também proporciona excelente velocidade média no retorno, quando o veículo está vazio, utilizando última marcha com Overdrive.
Pode ser muito útil em operações nas quais o caminhão transporta, por exemplo, carga a partir de estradas não pavimentados e difíceis, e posteriormente segue em direção aos centros urbanos maiores, usando vias melhores. “É uma versatilidade extra, que atenderá muitos transportadores que têm caminhões operando nestas condições”, informa Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo.
Já a caixa I-Shift Super Reduzida de 14 marchas é dirigida para operações em que o veículo precisa rodar em velocidades muito baixas em algumas situações ou para o transporte de cargas indivisíveis. O caminhão pode se deslocar a velocidades baixíssimas, de 0,5 a 2 quilômetros por hora. “É muito útil em manobras de precisão, como em canteiros de obras, no transporte de cargas muito grandes ou simplesmente em transportes que rodam muito lentamente”, explica Deonir Gasperin, engenheiro de vendas da Volvo.
Ele lembra que esta grande capacidade de arrancada facilita muito o trabalho do motorista em terrenos difíceis, com superfície escorregadia e cargas pesadas. Quanto mais pesada a operação de transporte e pior a superfície ou o terreno, maior os ganhos obtidos por um caminhão com marchas reduzidas, inclusive permitindo maior durabilidade dos componentes do trem de forca do veículo.
“É possível ainda especificar a caixa I-Shift Super Reduzida com 2 marchas a ré adicionais, muito mais curtas e facilitando assim as manobras de precisão para trás”, diz Alberto Neumann, gerente de estratégia de produto de caminhões do Grupo Volvo América Latina.
Na caixa I-Shift Super Reduzida de 13 marchas a relação da primeira marcha é de 19: 1 em uma caixa de velocidades de transmissão direta, ou 17: 1 em uma caixa de velocidades com Overdrive. A relação entre a marcha mais baixa em uma I-Shift normal é de 15: 1. Na caixa I-Shift Super Reduzida com 14 marchas a relação da primeira marcha é de 32: 1.  A relação da marcha à ré na Caixa I-Shift Super Reduzida é de 37: 1.
FONTE: Volvo 
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