Caminhoneiros fecham rodovia em Mato Grosso e lotam Mané Garrincha em Brasília

Cerca de 60 caminhoneiros fecharam a BR-163 próximo à Nova Mutum, no Km 597, na manhã desta terça-feira, 29 de novembro. O manifesto é em prol da aprovação da tabela do piso mínimo do frete por quilômetro rodado. O bloqueio em Mato Grosso faz parte da manifestação que ocorre em Brasília (DF), onde em torno de 250 caminhões de diversos Estados brasileiros rumarão em passeata entre os Ministérios e a Avenida das Bandeiras, nas proximidades do Palácio do Congresso Nacional.
O bloqueio na BR-163 é confirmado pela Polícia Rodoviária Federal e pela Concessionária Rota do Oeste. O fechamento da rodovia federal no Estado teve início por volta das 7h30. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, a interdição chegou a ser total da pista, com barricadas de pneus ateado fogo. 
Em torno de 60 caminhoneiros manifestam no Km 597 da BR-163 no trevo próximo de Nova Mutum reivindicando a tabela do piso mínimo do frete por quilômetro rodado , além da aposentadoria aos 25 anos para todos os motoristas profissionais do transporte de carga.
Mané Garrincha lota
Cerca de 250 caminhões são esperados nesta terça e quarta-feira, 30, em Brasília. Somente de Mato Grosso 27 caminhões encontram-se no estacionamento do Estádio Mané Garrincha, ponto de concentração da categoria, porém mais caminhões estão chegando a cidade, segundo informações obtidas pelo Agro Olhar com representantes do movimento da União do Transporte Rodoviário de Carga.
A categoria encontra-se na capital federal em prol da aprovação em caráter de urgência do Projeto de Lei nº 528/2015 que prevê a criação de uma tabela mínima para o frete do transporte de cargas. Outro ponto a ser reivindicado na capital federal é a obrigatoriedade da aplicação da tabela.
O setor do transporte de cargas, principalmente de grãos, vem passando por uma crise há três anos aproximadamente, tendo o “enterro do segmento” com a quebra da safra 2015/2016, onde somente entre soja e milho foram quase 9 milhões de toneladas a menos produzidas e transportadas e fretes baixos.
FONTE: Agro Olhar 
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