Paralisação de servidores da Receita Federal afeta transporte de cargas

A greve dos funcionários da Receita Federal está afetando o transporte de carga pelo país. Na fronteira com o Paraguai, pelo menos cem caminhões estão parados em Ponta Porã, aguardando liberação para atravessar a fronteira. É tanto caminhão na cidade que muitos estão estacionados fora do pátio da Receita e até em ruas próximas ao posto fiscal, onde é proibido estacionar. Alguns caminhoneiros estão aguardando desde a semana passada por causa de outra paralisação, a dos auditores. O protesto dos analistas é por melhorias nos salários e mudanças no plano de carreira.
No Porto de Santos são os contêineres que ficam parados esperando liberação.
Nesta semana, somente as cargas urgentes serão liberadas nesta terça-feira (25) e na quarta-feira (26). Isso quer dizer, produtos perecíveis, hospitalares e medicamentos. Com a greve, mais de mil contêineres deixam de ser movimentados diariamente. Estima-se que ocorra o atraso de cerca de R$ 100 milhões na arrecadação por dia de paralisação.
No Paraná, a paralisação afetou o movimento na Ponte da Amizade, outro ponto da fronteira do Brasil com o Paraguai. A paralisação deve atingir também a Ponte Tancredo Neves, o aeroporto e o trabalho das equipes da Receita na estrada. Na manhã desta terça-feira (25) os carros estão passando normalmente, mas os caminhões estão todos sendo parados para inspeção. Isso faz com que se formem filas. A situação pode se agravar ao longo do dia porque outra categoria em greve é a dos auditores da Receita Federal, que prometem intensificar a fiscalização nos caminhões que estão na fila do Porto Seco.
FONTE: Bom dia Brasil 
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