> | | > Conheça as consequências do excesso de peso

Conheça as consequências do excesso de peso

Posted on 31 de janeiro de 2014 | No Comments

Uma das atribuições da ANTT é fiscalizar uma questão bastante importante do dia a dia da rodovia federal concedida, o excesso de peso. Esse assunto merece atenção, por isso há três normativos que tratam da fiscalização do excesso de peso: Código de Trânsito Brasileiro, Denatran e Contran, além da ANTT que, especificamente, estabelece os procedimentos operacionais que tratam dessa modalidade de fiscalização.
Esse controle é importante já que os problemas causados à rodovia pelo excesso de peso são muito complicados, fazendo com que a vida útil do asfalto seja prejudicada. Ele também reduz a fluidez do tráfego, devido à extrapolação dos limites de peso/potência indicados pelo fabricante, e causam um impacto nas tarifas de pedágio, devido aos custos de manutenção do pavimento e de socorro aos veículos com essa irregularidade (veículos quebrados guinchados).
Para o condutor, a importância em se transitar e transportar com consciência está, muitas vezes, na incômoda situação de, ao ser detectado pela fiscalização, ter a sua viagem retardada para a lavratura de auto de infração, além da possibilidade de ter de providenciar a regularização do excesso através de remanejamento ou transbordo da carga, o que ocasiona uma série de problemas a serem resolvidos.
Outra consequência da apreensão na fiscalização é que o transportador ou proprietário do veículo deverá se responsabilizar pelos prejuízos com o ônus da multa, o atraso na entrega, a elevação do custo de manutenção e diminuição da vida útil do veículo, provocada pelo excesso de peso transportado. Já os demais usuários também sofrem consequências, pois veículos trafegando com excesso de peso reduzem a segurança da via, devido aos maiores riscos de acidente e aos perigos existentes em uma via danificada. Com todas essas consequências, fica a dica para que os motoristas sempre tenham consciência que o excesso de carga não compensa nem mesmo um eventual lucro no custo final do frete.
FONTE: Blog Iveco